
Acordamos antes do nascer do sol e saímos para instalar as armadilhas para capturar as Onças. O time de pesquisadores,composta por Peter Crawshaw, Joares May, Edsel Junior, Augustin Paviolo, Selma Onuma e Paulo Amaral, estavam usando o sistema de laço. Primeiro procuramos por pontos onde o animal costumava ser avistado e verificávamos se havia rastro. Uma vez definido se o local era apropriado começava o trabalho de instalação da armadilha. Era preciso limpar o local (para evitar que a Onça se machuque ao se debater), enterrar o gatilho, prender o laço a uma árvore ou a estacas fixadas diretamente no solo, camuflar todo o sistema, criar um caminho com galhos e folhas para direcionar o animal e se necessário deixar uma isca (neste caso estavamos usando piranhas). Passamos o dia instalando as armadilhas. No total foram 7, espalhadas nas margens do rio cuiabá.
Navegando No Rio Cuiabá
Borboleta pousada no meu tripé
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