Hoje partimos mais uma vez para verificar as armadilhas e novamente nenhuma onça havia sido capturada. Decidimos voltar monitorando o rio e avistei novamente uma onça, só que desta vez na outra margem. Voltamos e ficamos um tempo com ela. Desta vez ela nem saiu do lugar. Estava bem escondida atrás da mata, o que dificultava a filmagem. Depois de algum tempo decidimos deixa-la em paz e voltar pra base. Ao chegarmos fomos avisado que uma onça havia matado um jacaré e arrastado ele para dentro de uma propriedade onde mora o seu Ildebrando e a dona Elza. Fomos direto pra lá. A dona Elza nos contou que a onça passou na porta da cozinha de sua casa com o jacaré na boca. Ela contou isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. Vimos o rastro e resolvemos segui-lo. Depois de uns 100 metros escutamos um rosnado que fez até o chão tremer. Sem brincadeira, isso acontece. Paramos e bem devagar decidimos regressar...não era dia de virar comida de onça.
Seu Ildebrando e Dona Elza, os verdadeiros amigos da onça.
Dona Elza, aponta o rastro da Onça.
A onça que rosnou estava atrás deste mato..daqui não passamos.
Joares e Edsel montam mais uma armadilha, bem perto de onde fomos "expulsos" pela Onça.
Os pesquisadores montaram uma armadilha por ali e depois voltamos para a sede. Já tinhamos emoção suficiente para um dia!
O Sitio Boa Esperança, onde vivem o Sr. Ildebrando e a Dona Elza, este Pantanal tem cada história...
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